sábado, 30 de agosto de 2008

Gangue do Ursinho Pooh

Indignado com o baixo cachê pago aos ícones da Disney, Ursinho Pooh entra para o mundo do crime.



Saiu no G1.

Coisas extremamente necessárias para a vida futura

01 - O nome completo do Pato Donald é Donald Fauntleroy Duck.
02 - Em 1997, as linhas aéreas americanas economizaram US$40.000 eliminando uma azeitona de cada salada.
03 - Uma girafa pode limpar suas próprias orelhas com a língua.
04 - Milhões de árvores no mundo são plantadas acidentalmente por esquilos que enterram nozes e não lembram onde eles as esconderam.
05 - Comer uma maçã é mais eficiente que tomar café para se manter acordado.
06 - As formigas se espreguiçam pela manhã quando acordam.
07 - As escovas de dente azuis são mais usadas que as vermelhas.
08 - O porco é o único animal que se queima com o sol além do homem.
09 - Ninguém consegue lamber o próprio cotovelo, é impossível tocá-lo com a própria língua.
10 - Só um alimento não se deteriora: o mel.
11 - Os golfinhos dormem com um olho aberto
12 - Um terço de todo o sorvete vendido no mundo é de baunilha.
13 - As unhas da mão crescem aproximadamente quatro vezes mais rápido que as unhas do pé.
14 - O olho do avestruz é maior do que seu cérebro.
15 - Os destros vivem, em média, 9 anos mais que os canhotos.
16 - O "quack" de um pato não produz eco, e ninguém sabe por quê.
17 - O músculo mais potente do corpo humano é a língua.
18 - É impossível espirrar com os olhos abertos
19 - "J" é a única letra que não aparece na tabela periódica.
20 - Uma gota de óleo torna
25 litros de água imprópria para o consumo.
21 - Os chimpanzés e os golfinhos são os únicos animais capazes de se reconhecer na frente de um espelho.
22 - Rir durante o dia faz com que você durma melhor à noite.
23 - 40% dos telespectadores do Jornal Nacional dão boa-noite ao William Bonner no final.
24 - Aproximadamente 70% das pessoas que lêem este texto, tentam lamber o cotovelo

Frases do povo

Tava em casa vendo umas coisas antigas que tenho aqui e me deparei com essas frases que a maioria das pessoas usa e nem sabe porquê!
Aqui vão umas explicações, no mínimo, plausíveis:

LEVANDO NAS COXAS.
As primeiras telhas usadas nas casas aqui no Brasil eram feitas
de Argila, que eram moldadas nas coxas dos escravos que vieram da
África. Como os escravos variavam de tamanho e porte físico, as
telhas ficavam todas desiguais devido as diferentes tipos de coxas.
Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito.

VOTO DE MINERVA.
Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado pelo assassinato da
mãe. No julgamento, houve empate entre os acusados. Coube à
deusa Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu.
Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.

CASA DA MÃE JOANA.
Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a
menoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente
mandavam no país
costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro,
cuja proprietária se chamava Joana.
Como esses homens mandavam e desmandavam no país, a frase
casa da mãe Joana ficou conhecida como
sinônimo de lugar em que ninguém manda.

CONTO DO VIGÁRIO.
Duas igrejas de Ouro Preto receberam uma imagem de santa
como presente.
Para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os
vigários contariam com a ajuda de Deus, ou melhor, de um burro.
O negócio era o seguinte:
Colocaram o burro entre as duas paróquias e o animalzinho
teria que caminhar até uma delas.
A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa.
E foi isso que aconteceu, só que, mais tarde, descobriram
que um dos vigários havia treinado o burro.
Desse modo, conto do vigário passou a ser sinônimo de
falcatrua e malandragem.

FICAR A VER NAVIOS.
Dom Sebastião, rei de Portugal, havia morrido na batalha de
Alcácer-Quibir, mas seu corpo nunca foi encontrado.
Por esse motivo, o povo português se recusava a acreditar na morte do
monarca. Era comum as pessoas visitarem o Alto de Santa Catarina, em
Lisboa, para esperar pelo rei.
Como ele não voltou, o povo ficava a ver navios.

NÃO ENTENDO PATAVINAS.
Os portugueses encontravam uma enorme dificuldade de entender o que
falavam os frades italianos patavinos,
originários de Pádua, ou Padova, sendo assim, não entender patavina
significava não entender nada.

DOURAR A PÍLULA.
Antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas em papel dourado,
para melhorar o aspecto do remedinho amargo.
A expressão dourar a pílula, significa melhorar a aparência de algo.

SEM EIRA NEM BEIRA.
Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes
que conferiam status ao dono do imóvel.
Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura.
Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre, está
sem grana.

O CANTO DO CISNE.
Dizia-se que o cisne emitia um belíssimo canto pouco antes de morrer.
A expressão canto do cisne representa
as últimas realizações de alguém.

Rááááááááááááá

Será que ele vai fazer "Glu-glu" na câmara?

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Ei você! Lembra do Mário?

Aquele encanador baixinho e bigodudo!

Pois é! Ele também lembra de você! E do armário...

De onde vêm os bebês?

Agora sim eu entendi.

Diretamente do país das Olímpiadas

Uma pequena demonstração dos produtos Made in China

Universitário virgem detetected

clique na imagem para ampliar

Salve o Planeta!

O que é mais ecologicamente correto: jogar o papel higiênico no lixo ou na privada?

Se o papel for fino, daqueles macios, de folha dupla, que se dissolvem na água, jogue-o na privada. Quando passar pelo sistema de tratamento de esgoto, ele será filtrado e, juntamente com os outros resíduos sólidos, levado a um aterro sanitário – que é pra onde ele iria se você o tivesse jogado no lixo. A diferença é que, nesse processo, você economiza em saquinhos plásticos para embalar o lixo. Eles, sim, fazem muita diferença para o ambiente: enquanto o papel leva 4 meses pra se degradar, o saquinho leva cerca de 40 anos.

Agora, se o papel que você usa não é dos melhores, o jeito é jogá-lo no lixo mesmo. Apesar de não ser capaz de, sozinho, bloquear o fluxo de água na rede de esgoto, seus resíduos podem piorar entupimentos já formados durante o percurso rumo à estação. O mesmo vale para cidades em que não há tratamento de esgoto: nesse caso, o papel vai direto para os rios, contribuindo para a poluição das águas.

Clima olímpico 2








Wanna dance?

Aviso essencial

Se não fosse a merda da gloriosa
placa ninguém iria notar!

Ps.: Quem estiver interessado em 600kg (isso mesmo, é mais de meia tonelada!) de esterco me avise!

Homens malvados conquistam mais

Os bonzinhos – que as mulheres insistem em chamar de fofos – já sabiam, e as mulheres não queriam acreditar, mas um estudo confirmou: os cafajestes são os mais pegadores. O que justifica isso são três traços de personalidade que, a despeito de seu potencial de estragar a humanidade, se mantêm na população: o narcisismo, a psicopatia e o maquiavelismo.

O que é estranho, já que, pelo processo evolutivo, esses traços deveriam ter sidos extintos. Pessoas com essas características tendem a ser isoladas da sociedade. Segundo a pesquisa, acontece o contrário. A rotina sexual dos malvados é intensa, concluíram os cientistas da Universidade Estadual do México.

Para eles, os três traços desenvolveram uma estratégia evolucionária bem-sucedida, personificada no cinema por James Bond: ele é extrovertido, contraditório, mulherengo e assassino.

Fonte: Revista Superinteressante

O Cubo Mágico

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Medicina alternativa dos anos 50

clique na imagem para ampliar


Quando as coisas não estiverem bem, diga "FODA-SE" e sua vida vai mudar!
(Se não mudar, FODA-SE, já tava uma merda mesmo!)

The Android - Johnnie Walker

Um dos melhores comerciais que já assisti...

video

"Eu sou mais rápido que você. Sou mais forte que você. E com certeza, vou durar muito mais que você. Você pode pensar que eu sou o futuro, mas está errado. Você é o futuro. Se eu pudesse desejar alguma coisa, desejaria ser humano. Para saber o que significa ter sentimentos. Ter esperanças. Ter angústias. Dúvidas. Amar. Eu posso alcançar a imortalidade. Basta não me desgastar. Você também pode alcançar a imortalidade. Basta fazer apenas uma coisa notável."

terça-feira, 26 de agosto de 2008

A Mulher na Computação


Não se sabe ao certo o porquê do número de mulheres nas áreas das Engenharias, Ciências Exatas e da Terra ser consideravelmente inferior ao de homens. Em especial, o número de mulheres na Computação vem diminuindo se comparado aos anos 90. A falta de nomes femininos nos grandes avanços da ciência gera afirmações de que essas não são áreas para as mulheres ou até mesmo de que isso se deva à inferior capacidade intelectual do sexo feminino. Mas talvez esta seja uma questão histórica. Muitos esquecem que, até não muito tempo atrás, as mulheres sequer tinham o direito de estudar. Que somente no século XX as mulheres, que possuíam como dever cuidar da casa e dos filhos, começaram a se inserir no mercado de trabalho antes dominado totalmente por homens. Mas ainda hoje a discriminação da mulher, não só no mercado de trabalho como em toda a sociedade, é uma realidade, o que pode ser comprovado pelos menores salários pagos a elas.
Como mencionado, a razão para a falta de interesse por parte das mulheres pela computação ainda é uma incógnita. Pesquisas mostraram que as mulheres acreditam que essa é uma profissão solitária, apenas para quem se interessa por máquinas e, por isso, com pouco contato humano. Estudos realizados pelos norte-americanos James Welle e Annie Fish sobre a relação das mulheres com a Computação revelaram que elas têm interesses mais holísticos e são guiadas por uma visão de conjunto. Porém, a Computação é uma área extremamente multidisciplinar já que ela existe para resolver os problemas das demais áreas, sendo essencial o contato humano.
Grandes contribuições para a Computação já foram dadas por mulheres. Muitos conhecem a primeira programadora da história, Ada Lovelace, mas poucos sabem que os três times de programadores da primeira versão do ENIAC (Eletronic Numerical Interpreter and Calculator) eram compostos exclusivamente por mulheres. Também não conhecem mulheres como Rosa Peter, que idealizou a teoria de funções recursivas, e Grace Hopper, que dirigiu o grupo que inventou o primeiro compilador. No Brasil, temos o exemplo de Cláudia Bauzer Medeiros, que foi a primeira presidente mulher da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), permanecendo no posto por dois mandatos, de 2003 a 2007. Cláudia Bauzer recebeu o prêmio Anita Borg Institute for women and technology award, 2006 “como uma das três mulheres que mais se destacaram mundialmente, fora dos Estados Unidos, pela contribuição prestada no desenvolvimento de pesquisa científica e pela atuação política em favor da inserção da mulher na Computação.”
A diferente forma de pensar da mulher e sua maior sensibilidade são também necessárias à Computação como a qualquer outra área. É por isso que existem iniciativas como o ACM-W, um comitê da ACM (Association for Computing Machinery) que promove atividades para uma participação mais igualitária das mulheres na Computação. A CRA (Computing Research Association) também possui um comitê, o CRA-W, dedicado a aumentar a participação das mulheres em todos os níveis de pesquisa e educação em Ciências e Engenharia da Computação. Existe também, desde 1994, a GHC (Grace Hopper Celebration of Womem in Computing), uma conferência promovida pelo Anita Borg Institute for Womem in Tecnology (IWT) que é o maior evento técnico para mulheres em Computação.
Para mudar a baixa participação feminina na Computação, principalmente no Brasil, onde poucos esforços são empregados nesse sentido, é necessário informar às estudantes sobre a realidade do curso de Ciências da Computação e incentivar o seu estudo mostrando os diversos campos em que a Computação pode ser aplicada e mostrando ainda que a mulher tem espaço também nesta área e que pode concorrer de igual para igual com os homens no mercado de trabalho.

O faixa preta



Tenha muito medo. Ou não!

Ps.:
1º - Bêbados ficam REALMENTE famosos na internet.
2º - Eu quero uma camêra por perto enquanto eu estiver bêbado.

Lei Seca

Olha a Lei Seca aí gente...


O crime não retarda!


Tenho dito.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Divulgação ÉPICA - o filme mais esperado do ano



The best movie of the world is coming...
Summer 2008

domingo, 24 de agosto de 2008

PF somente R$5,00

feijão com BEicon

As tiradas sarcásticas de Dr. House

House M.D. é a melhor série que existe. Tenho inveja dele, pois são as tiradas mais inteligentes que já vi. Ele pode ser a pessoa mais cretina e cínica do mundo, mas no final ainda é o mais amado e venerado. Não tem como não sentir inveja. Pra quem não sabe, House M.D. é uma série em que o personagem principal é o Dr. Gregory House, um médico que não usa branco, é aleijado e dependente de analgésicos. O humor sarcástico e de qualidade é o que conquista e o torna talvez o melhor personagem que Hugh Laurie possa ter feito. House não gosta de doentes. Ele é diagnologista, ou seja, não gosta nem de olhar seus pacientes, só dá os diagnósticos levando em conta os sintomas em que os médicos de sua equipe vão colhendo junto ao doente e dos exames complementares que vai pedindo. Mas, o que importa mesmo são suas tiradas. Seguem algumas abaixo:

”Se você fala com Deus você é um religioso, se Deus fala com você então você é um psicótico.”

Após colocar o termômetro no Tritter, House diz: “Ops quebrou, pagou!”

- Você, o que tem?
- Não consigo tirar minha lente.
- Não tem nenhuma lente aí.
- Mas ta coçando.
- É porque você está tentando tirar seu globo ocular.

Após salvar a vida de um outro médico: “Eu salvei a vida dele. Qualquer vida que ele salvar, os créditos devem ser meus”

”Todo mundo morre, acontece todos os dias!”

”Aprendi que aqueles que me conhecem me vêem e me tratam como canalha, aqueles que não conhecem me vêem e me tratam como aleijado.”

House fala para um Cubano:
“Vc viajou 1600 km pra me ver. Vai confiar em mim ou em Deus?”
No final, ainda uma Cubana diz “Obrigada, Meu Deus!”
E o House na bucha: “Não me faça te bater!”

”Dou 50 dólares para o 1º paciente que for embora”

”Pronto, você está curado. Na bíblia, as pessoas começam a agradecer e a louvar nesse momento.”

”Eu não roubei as anotações da terapeuta, eu apenas tirei fotocópias."

House: Se você me livrar desse jantar eu conto quem espalhou o boato sobre você ser transexual.
Cameron: Não existe esse boato…
House: Mas se você não me livrar desse jantar, vai existir!

Examinando o paciente na maca enquanto o paramédico que o trouxe tenta diagnosticá-lo.
House: Olha, se você quisesse ter sido médico, deveria ter se esforçado mais no colegial.

Foreman: Porque está me perseguindo?
House: É o que eu faço. Tem piorado ultimamente?
Foreman: Muito.
House: Então podemos excluir a possibilidade de ser um problema racial. Você continua tão preto quanto na semana passada.

”As pessoas mentem. Por vários motivos, mas sempre existe um motivo”

”Deus não manca.”

House fala alguma coisa para o pai de um garoto que está doente, então o pai do garoto fica com raiva e pergunta para House:
_ Qual é o seu problema?
_ Uma perna defeituosa. E o seu?

”Você pode viver com dignidade, mas não morrer com ela.”

Paciente: Eu acredito que você já se apaixonou.
House: Isso é aquele sentimento que faz suas calças ficarem engraçadas?

”O bom de dizer a uma pessoa que ela vai morrer é que ela se concentra em suas prioridades, descobre o que é mais importante para ela, pelo que está disposta a morrer, e pelo que está disposta a mentir.”

A apresentação inicial dele, na clínica:
"Olá pessoas doentes e seus amados. Para não perdemos tempo e evitarmos conversa fiada chata eu sou o Dr. House, mas vocês podem me chamar de Greg. Eu sou um dos três médicos escalados para a clínica desta manhã. Esse raio de sol ao meu lado é a doutora Lisa Cuddy. Dra. Cuddy administra todo esse hospital, então infelizmente ela está muito ocupada para atendê-los. Eu sou um entediado diagnologista, com dupla especialidade em Infectologia e Nefrologia. Eu também sou o único médico empregado nessa clínica que é obrigado a estar aqui. Mas não se preocupe, porque para a maioria de vocês, esse trabalho poderia ser feito por um macaco com uma garrafa de Motrin. Falando nisso, se vocês estão particularmente preocupados, vocês podem me ver tomando Vicodin. Isso é meu. Vocês não podem tê-lo. E não, eu não tenho problemas de lidar com a dor, eu tenho problemas de dor. Mas quem sabe, talvez eu esteja muito doidão para dizer. Então, quem me quer?”

Ele abre a porta da sala de Cuddy e pergunta com a cara mais normal do mundo:
“Ainda é ilegal fazer necrópsia em pessoas vivas?”

”Quando se quer saber a verdade sobre alguém, essa deve ser a última a ser consultada”

”Você sabe porque as pessoas são gentis com outras pessoas? Porque as pessoas são boas, descentes e se importam. Ou isso ou as pessoas são covardes. Eu sou mau para você, então seja mau comigo. Destruição mutuamente garantida.”

”Eu ganho pontos extras se eu agir como se eu me preocupasse?”

”Você não ama, você precisa. E agora você está procurando por sua próxima obra de caridade. Não sou lindo, nem encantandor e nem sou legal. O que eu sou é o que você precisa. Eu sou estragado.”

”Somos animais egoístas e desprezíveis rastejando pela terra. E, porque temos cérebro, se tentarmos com muito esforço ocasionalmente podemos aspirar alguma coisa que não seja puro mal.”

”Um casamento bem sucedido é baseado em mentiras. Você começou bem.”

”Todos mentem. Viver com essas mentiras é o que nos torna felizes.”

”Tenho que salvar o cara para o Estado poder matá-lo. Só eu acho isso estranho?”

”Tem um monte de pornografia acumulando na internet. E ela não se baixa sozinha.”

”Se você está morrendo, todo mundo passa a te amar.”

”Eu não sou um gênio, eu sou um gênio insano.”

”Ou Deus não existe ou é incrivelmente cruel.”

Beijing 2008

Com o clima chato e entediante supimpa de olimpíadas e a quantidade imensa de porra nenhuma coisas pra fazer eu e alguns primos meus resolvemos fazer um funk e um rap.
Confiram em primeira mão.

Mc Miro - Funk da capivara

Mano Miro - Vida difícil



Uma verdadeira merda obra de arte.

sábado, 23 de agosto de 2008

Across the Universe

Musical com canções dos Beatles mostra a história de amor entre Jude e Lucy.

Algumas das melhores idéias são aquelas que eram óbvias, mas ninguém tinha pensado (ou realizado) antes. Por isso é tão difícil acreditar como ninguém tinha feito ainda um filme como Across the Universe (2007), que usa apenas, única e exclusivamente músicas dos Beatles para contar uma história de amor. Sorte a nossa que o projeto ficou nas talentosas mãos de Julie Taymor, premiada por seus trabalhos em Frida e na adaptação de O Rei Leão para a Broadway. Por ter vivido os anos 60 como recém-adolescente e visto seus irmãos mais velhos passando pela juventude em meio à guerra do Vietnã, faculdade, drogas e o movimento hippie, ela consegue recriar fatos e momentos marcantes daquela movimentada década como pano de fundo para o relacionamento vivido por um rapaz de Liverpool chamado Jude (Jim Sturgess) e uma jovem estadunidense de nome Lucy (Evan Rachel Wood). O inglês chega ao novo continente em uma busca pessoal de autoconhecimento e um pouco de aventura. Logo de cara, no campus da famosa Universidade de Princeton, conhece Max (Joe Anderson), irmão de Lucy. A amizade entre os dois rapazes é imediata, tal qual a cumplicidade entre John e Paul. Morando em Nova York, eles conhecem a cantora Sadie (Dana Fuchs), o músico Jo-Jo (Martin Luther McCoy) e Prudence (T.V. Carpio), fechando assim o grupo de personagens principais à trama. Como em um espetáculo musical, cada um tem ao menos um momento solo garantido, entoando uma canção do quarteto de Liverpool. Letras não são modificadas, mas melodias e o momento pelo qual os personagens passam podem dar novos entendimentos aos clássicos do Fab Four. Assim como os discos gravados nos estúdios Abbey Road, cada uma das 33 músicas escolhidas se encaixam perfeitamente, e ajudam a contar a história e os dramas vividos pelos pesonagens. Porém, como as músicas são executadas da primeira à última nota, a duração de Across the Universe acaba demasiadamente longa, problema que todo beatlemaníaco vai ter de aturar em respeito ao legado da banda - assim como já fazem há mais de 30 anos com Yoko Ono. Algumas cenas da fase psicodélica poderiam ter ficado de fora, assim como a personagem Prudence, que claramente só está ali para que "Dear Prudence" seja cantada. O momento é tão belo quanto a canção, mas em nada altera a trama central e por isso poderia facilmente ter ficado na sala de edição, deixando ali apenas a referência para quem é fã do quarteto, ao lado da irmã de Lucy e Max, que se chama Julia, ou a maçã cortada por Jude, alusão ao selo musical Apple, fundado pelos Beatles em 1968. Com participações especiais de Bono (como hippie Dr. Robert cantando "I am The Walrus"), Joe Cocker (triplo papel de um cafetão, mendigo e hippie emprestando sua voz rouca para "Come Together"), Salma Hayek (dançando "Happiness is a Warm Gun" vestida de enfermeira) e do comediante Eddie Izzard (o apresentador do circo em "Being For the Benefit of Mr. Kite!"), Taymor consegue ganhar também a atenção de outros públicos. Não que precisasse, afinal, "love is all you (we) need".

Tudo bem, exceto...




Exeto 4ª feira e sábado.


PS.: eu e Belinda estávamos na pizzaria e nós mesmos tiramos a foto.

Ouça seu coração

(6)

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Vulgarização do Amor

Sempre vi o AMOR com letra maiúscula, como algo em destaque, como algo que deve ser dito poucas vezes com muita intensidade...

Senão, o que é o amor?

Porém, certa vez ouvi um amigo, que ama muito a esposa, brigar com ela pelo telefone, ele estava muito chateado, dava pra ver nos olhos dele que a única coisa que ele não estava pensando, era no amor que ele sentia por ela. Por esse motivo não entendi quando ao desligar ele disse:

-Agora preciso desligar... Tá, ta bom... te amo.

Caraca!
O que é isso?
Meu coração apertou. Foi como ver alguém jogar uma pedra preciosa no lixo.
Não duvido do amor dele pela mulher, mas dizer "TE AMO", não pode ser igual a dizer "TCHAU"!

Outra vez, conversando com uma amiga, ela confessou estar insegura em um namoro de apenas 3 meses. Disse que não sabia se queria mesmo namorar com ele, que muitas vezes sentia falta do "ex", que não gostava de algumas atitudes dele...
Achei um pouco estranho, porque normalmente no início tudo são flores, mas tudo bem, nem todos os namoros dão certo.

(Na verdade, acho que namoro foi feito para dar errado, porque quando dá certo, vira casamento.
Muitos casados vão discordar desse parênteses... rsrs. Ah! Deixa eu pensar assim, ainda sou solteira.)

Depois de algum tempo de conversa, o dito cujo chegou. Ele veio nos cumprimentar e novamente me surpreendi, quando ela disse:
- Oi amor!

O que é isso?
Até pouco tempo ela nem sabia se queria ficar com ele! Como pode chamá-lo de amor?
Mas uma pedra no lixo!

O amor se tornou coisa comum.

Por que as pessoas vulgarizam tanto amor?
Será que sou eu que valorizo demais o amor ?
Ou será que ninguém percebe que o diamante é precioso, porque é raro?
Até a água que é algo essencial para nossa vida, não é valorizada, mas no dia que ela começar a faltar...

O mesmo acontece com o amor.
As pessoas amam qualquer coisa, amam e "desamam" com muita facilidade...
" Eu amo coca-cola "
" Eu amo a Ivete "
" Eu amava fulano"

Afinal, o que é o amor para essas pessoas?

Amar não é só sentir-se bem com o que se ama, amar é se entregar, se dedicar, muitas vezes abrir mão dos seus desejos pelos desejos daquela pessoa, é ser feliz em ver que a outra pessoa está feliz, é permanecer, persistir, perseverar, mesmo quando tudo vai mal, o mais importante é estar junto.

Amar, vai além dos olhos, pois os cegos também amam
vai além do toque, além do sexo, além da razão...
pois todo ser vivo é capaz de amar, porém nunca vi ninguém viver sem coração.

Acho que deveria ser proibido conjugar o verbo amor no passado.
Como algo tão intenso pode acabar?
O que acaba é a paixão, que é tão intensa e devastadora como o fogo, mas o amor não!
Não há nada que possa ser comparado a ele!

O dia que se descobre que o amor acabou, na verdade se descobre que nunca foi Amor!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Vote certo






Vote. Neles.


Notícias que mudam o mundo

Caetano Veloso e Roberto Carlos vão vestir azul em show no Rio.


E daí?

Com isso a Flora deixou de ser má,
Roberta Close voltou a ser homem,
Bill Gates vendeu a Microsoft.


Clique aqui e veja a notícia. Ou não.

Clima olímpico






Boa Lênin!

Sapatos e Personalidade

Muita gente diz que "conhece as pessoas pelos sapatos que usam". Não sei se é assim tão simples, mas alguma coisa se pode descobrir. Os mergulhadores associam esse objeto à morte: em um naufrágio, os sapatos ficam intactos e se pode imaginar de quem era (homem, mulher, idoso, criança). Acredito que dai vem a crença de que sonhar com sapatos é morte. Uma pessoa humilde se arruma toda para uma entrevista de emprego, para uma festa. Às vezes até consegue uma boa produção final, mas os sapatos denunciam que andou muito para chegar ali. Se o par estiver pedindo feijão, denuncia muito mais. E quando a pessoa tem dinheiro e descuida dos sapatos? Conheço um cara que é assim. Ele deve ter apenas 3 pares: um tênis novo, comprado na liquidação de janeiro, sua salvação; um tênis velho que já solta a sola; um sapato social, preto, que oculta a idade, mas como está pedindo feijão, revela que faz tempo que foi comprado. Que análise se faz dessa situação? Primeiro: não tem namorada. Uma garota já teria dado um jeito nisso, comprado sapatos novos, com o cartão de crédito dele, claro, e jogado fora essas relíquias. Se fosse casado, os pares velhos já estariam no lixo, sem que ele percebesse. Não deve ter amigos próximos e sinceros, ninguém deu indireta de que já tá na hora de trocar de par. Talvez porque ele reagiria mal, achando que ter sapatos novos é esbanjar dinheiro, e o bom é ser pão-duro, por isso se pode ver também o grau de casquinhagem. Claro que isso deve ser acompanhado de outros dados, mas indica que a pessoa prefere prejudicar a sua imagem a gastar com sapatos. Outra hipótese é a de que a pessoa seja distraída e não perceba que já está na hora de comprar sapatos novos. Nesse caso, vai uma dica: se quando chover, molhar a meia ou os pés, é hora de ir à sapataria mais próxima! Às vezes me acontece de usar sempre o mesmo par de sapatos, mesmo que não combine muito com a roupa. Isso significa que eu gosto MUITO desse par, que nesse dia PRECISO dele (em geral porque vou caminhar e o calçado é confortável), ou porque estou em viagem e as opções são poucas. Claro que o leitor está livre para tirar suas próprias conclusões.

Verena Freire

A breve história de um novaiorquino comum

Era o remoto ano de 1973 quando nasceu em Nova Iorque, Maranhão, o garoto Vencesláu, filho do presidente do bairro Vila Verde e Branca, Seu Adamastor e de Dona Jacira, singela Do Lar.

Vencesláu era um garoto de talento, com cinco anos atuava em uma peça de teatro na sua cidade natal quando um grande diretor de cinema de Hollywood assistia à peça e propôs a ida do garoto aos EUA. A mãe do menino não queria permitir, mas após a miséria grande quantia oferecida pelo diretor: R$ 32,74, dois ticket alimentação e um cartão do Bolsa Família clonado, Dona Jacira não pôde recusar.

Chegando em Los Angeles o garoto já era admirado como “O maior ator mirim brasileiro de menos de 1,30m com 5 anos a se apresentar em Hollywood” e se impressionou com isso.

No seu aniversário de 10 anos o pedófilo gay sem nariz grande astro Michael Jackson o convida a passar uma temporada em Neverland, convite negado por Vencesláu que era cabra homi.

Com 12 anos o sucesso lhe subiu à cabeça e ele se recusa a se apresentar em certos teatros e a fazer filmes de baixo orçamento, com isso o garoto se tornou o odiado e constante era cercado por fãs decepcionados que lhe batiam e roubavam tudo de valor que carregava.

Aos 13 o garoto se tornava miserável e começa a pedir esmolas pelas ruas de Los Angeles.

Vencesláu se torna “O maior mendigo de menos de 1,70m de Los Angeles”, o sucesso lhe sobe novamente à cabeça e o garoto passa a exigir esmolas em cheque.

Era um dia comum para o jovem mendigo Vencesláu quando ele percebe algo diferente de um cheque em seu chapéu de esmolas e vê que é uma passagem de avião pro Caribe.

Ele embarca ditoso, porém quando o avião se encontra próximo da chegada terroristas de Madagascar anunciam que o avião foi seqüestrado e terá seu curso modificado para que um atentado seja feito no Haiti.

Vencesláu com todas as habilidades adquiridas como mendigo tenta impedir o desvio da rota e o avião desaparece.

Os fãs do pequeno garoto Vencesláu especulam que hoje ele trabalha secretamente como lenhador de uma madereira clandestina no Acre.

Qualquer coisa

O operário e o superstar

Faz melhor

Lição nº1: Você é assertivo?

Mas... O que é assertividade?

"É o que o zagueiro alemão Schultz usou para definir o estilo de Pelé"

Por Max Gehringer

Eu passei por centenas de avaliações de pessoas em empresas, e, à medida que o tempo ia passando, fui notando que as avaliações foram ficando mais sofisticadas, até se transformar em enormes questionários, mais difíceis de ler que bula de remédio, e igualmente cheias de termos estranhos. Um deles é "assertividade", uma tradução desnecessária do inglês assertiveness, porque já tínhamos "asserção". E tanto a palavra deles quanto a nossa significam a mesma coisa: afirmação. O assertivo é o que não enrola, não inventa, não distorce e não diz uma vírgula além do necessário. Daí, encontrar um assertivo hoje em dia é uma raridade. As avaliações de desempenho bem que ajudariam, mas elas há muito deixaram de ser assertivas.

E isso me lembra uma historinha de notável asserção. Mesmo quem nunca viu Pelé jogar sabe que ele marcou 1000 e tantos gols em sua carreira, mais que qualquer outro jogador na história do futebol. E imagina que sua fama se deva à competência que ele tinha para, com seu faro de artilheiro, ganhar jogos e títulos. Não que não seja verdade, mas o talento de Pelé ia muito, mas muito, além disso. Ele era um jogador absolutamente completo, capaz de executar com perfeição qualquer fundamento do futebol, inclusive o de atuar como goleiro (o que ele realmente fez em 1963, num jogo contra o Grêmio de Porto Alegre, no Pacaembu. E seu time, o Santos, venceu).

Em comum, todos eles tinham o fato de já entrar em campo achando que não deviam ter levantado da cama naquele dia. Um desses marcadores foi Schultz, zagueiro da seleção da Alemanha. Numa entrevista, repórteres perguntaram o que Schultz mais temia em Pelé, e ele candidamente respondeu: "O olhar".

Até o alemão dizer aquilo, pouca gente tinha reparado no detalhe: com a bola ou sem ela, Pelé passava o jogo encarando o adversário, olho no olho. No primeiro momento em que o marcador desviasse o olhar, explicava Schultz, ele se destruía psicologicamente, e daí em diante o Negão deitava e rolava. Schultz era germanicamente assertivo. Apesar da insistência dos repórteres para que ele continuasse a falar das qualidades de Pelé, Schultz encerrou o assunto. E a explicação era óbvia: se algum dia Schultz conseguisse intimidar Pelé com o olhar, Pelé é que se transformaria num jogador comum.

Schultz teria problemas para se expressar numa empresa, porque nela ocorre o contrário: os assuntos são esticados até o infinito. Quando um assertivo consegue definir, numa palavra, qual é a situação, todo mundo se põe a divagar sobre suas ramificações, até que o verdadeiro problema acabe escondido numa floresta de opiniões contraditórias. E, lógico, as soluções encontradas nunca derrubam o tronco do problema, apenas aparam alguns de seus galhos. Se alguém perguntar a um schultz corporativo como evitar discussões intermináveis que levam a lugar nenhum, ele faria aquela cara de assertivo e responderia: "Escutar". O que, depois de horas de deliberação, certamente resultaria na criação de um grupo de trabalho para discutir a função do tímpano.

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